terça-feira, 7 de dezembro de 2010

NÊGA TATY, TENTOU MATAR AMANTE

Tatiana Firmino dos Santos, de 27 anos, moradora de Presidente Tancredo Neves, foi presa em flagrante por tentativa de homicídio, após tentar matar o seu amante Jailton de Jesus dos Santos,conhecido por "Jailton da Baixa da Riscosa", com um golpe de facão. Na Delegacia NÊGA TATY disse que "eu já não aguentava mais apanhar daquele desgraçado e hoje eu resolvi tirar a vida dele, só que dei um golpe no pescoço pra matar, mas ele colocou o braço na frente e por isso não conseguir matar aquele infeliz". Segundo informações dos policiais que levaram a vítima para o hospital de Presidente Tancredo Neves, "o braço da vítima ficou pendurado apenas na pele". A vítima deu entrada no hospital daquela cidade e em seguida foi transferida para o hospital Geral de Santo Antônio de Jesus. Ela deixou o marido em Teolândia e foi ser amante da vítima na cidade de Presidente Tancredo Neves e não se deu bem. Ainda na Delegacia ela disse "ontem ele tentou me matar, mas agora estou arrependida e preciso criar os meus quatro filhos". A pena para quem mata ou tenta matar é de 6 a 20 anos de reclusão. 
 
                        matéria: Elaine Cardoso/foto: vermelhinho/postado por Daniel Pereira

TEMPO & TEMPERATURA

Previsão do tempo para Valença - BA


Terça-Feira, 07/12 nascer e pôr-do-sol: Nascer do Sol 05h01 Pôr do Sol 17h54
icone manhã
icone tarde
icone noite
29ºC
22ºC
Quantidade e Probabilidade de Chuva
3mm 80%
Direção e Velocidade do Vento
NE 12km/h
Umidade relativa máxima e mínima
92% 68%
Sol com algumas nuvens. Chove rápido durante o dia e à noite.
 
Tábua de Maré
Alta   04h53
Baixa 10h43
Alta   16h54
Baixa 23h04
                              fonte: climatempo / postado por Daniel Pereira

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

MAIS UM ACIDENTE NA BR 101

O caminhão Ford F-4000, placas JRNB-1460, de propriedade da Empresa Giroeste Comercial, dirigido por Eleomar Andrade de Souza e trafegando na BR 101 ,com destino à Vila Buritis, tentou acessar a avenida principal do Jardim das Oliveiras, quanto foi atingido por um caminhão truck 3 eixos, de propriedade da Lavrobrás, placas JST-1460, carregado com defensivos agrícolas, que trafegava no mesmo sentido Oeste-Leste e dirigia-se ao Anel da Soja para fazer entregas em diversas fazendas. Este era dirigido por Alex Bastos dos Santos.
O capotamento espalhou na rodovia toda a mercadoria. Os motoristas não tiveram ferimentos aparentes e foram atendidos pelo SAMU 192. Patrulhas da PM e da Polícia Rodoviária Federal fizeram os procedimentos legais no local do acidente.

                      fonte: vermelhinho / postado por Daniel Pereira

ESPORTE - Elisa Godoy

Com vitória sofrida, Fluminense leva título brasileiro

O Fluminense é o campeão do Campeonato Brasileiro 2010. Venceu neste domingo o Guarani de forma sofrida, por 1 a 0, com um gol de Emerson, e conquistou pela segunda vez o título nacional no Estádio do Engenhão, no Rio, encerrando um jejum de 26 anos na principal competição nacional. E coroou Muricy Ramalho como "Rei do Brasileirão" da era dos pontos corridos, com o seu quarto título da Série A em cinco anos.
A torcida ocupou todos os lugares do Engenhão e incentivou o time tricolor o tempo todo. O calor não atrapalhou nem quando fizeram mosaicos ou com o nervosismo. A excitação pela expectativa de ser campeão estava em campo também, nos noventa minutos e em seus acréscimos.
Ao entrar em campo com oito minutos de atraso, Muricy Ramalho e seus comandados queriam jogar com a vantagem de saber os resultados de seus concorrentes ao título (Corinthians e Cruzeiro). E até nos minutos finais fizeram o seu torcedor sofrer, pois os cruzeirenses venceram o Palmeiras por 2 a 1, de virada, e seriam campeões se o Fluminense empatasse com o Guarani.
Sabendo que precisava vencer, o Fluminense tentou atacar bastante, mas falhava na hora de lançar ou de cruzar a bola na área. Conseguiu duas no primeiro tempo, ambas cabeçadas por Fred com perigo, que o goleiro Emerson, do Guarani, defendeu. Parecia, aliás, que o time tricolor só tinha a jogada pelo alto - uma "tradição" dos times de seu treinador.
A aposta ofensiva tinha um preço: o mano a mano na marcação. E com isso o time campineiro gerava alguma apreensão quando atacava - em todas, porém, justificava porque está rebaixado para a Serie B em 2011, pois errava demais. Maycon e Ailson, por exemplo, trocaram agressões e foram advertidos pelo juiz.
Líder em 23 das 38 rodadas, ou em 60% delas, era mais do que justo o Fluminense vencer. E o gol da conquista saiu aos 16 minutos do segundo tempo: Carlinhos cruzou, Washington disputou de cabeça e Emerson, de pé esquerdo, chutou forte para fazer a 1 a 0 (a bola passou entre as pernas do zagueiro e do goleiro). Emerson exibiu, na comemoração, a chuteira com a mensagem "Paz no Rio".
Os dois minutos de acréscimo, já sabendo dos resultados dos adversário, foram de agonia para o começo da festa dos torcedores do Fluminense. Uma festa que não acabará neste domingo.
Ficha técnica:
Fluminense 1 x 0 Guarani
Fluminense - Ricardo Berna; Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Júlio César (Washington) e Conca; Emerson e Fred (Fernando Bob). Técnico: Muricy Ramalho.
Guarani - Emerson; Guilherme (Pablo), Ailson e Aislan; Apodi, Fabiano, Maycon, Ronaldo e Paulinho e Márcio Careca; Reinaldo (Douglas). Técnico: Vágner Mancini.
Gol - Emerson, aos 16 minutos do segundo tempo.
Árbitro - Carlos Eugênio Símon (RS).
Cartões amarelos - Emerson, Mariano, Gum (Fluminense); Maycon, Ailson, Paulinho e Fabiano (Guarani).
Local - Estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ).
Público: 35.527 pagantes.
Renda: R$ 2.859.450,00. 


Corinthians empata contra o Goiás e encerra  sem nenhum título

Após o empate de 1 a 1 contra o Goiás na rodada final do Campeonato Brasileiro, o Corinthians encerrou o ano de seu centenário sem nenhum título.
O Timão ainda fecha 2010 na pré-Libertadores porque caiu para a terceira colocação por ficar com menos pontos que o Cruzeiro.
Dentinho marcou o gol do Corinthians aos 29 minutos do primeiro tempo. Já Felipe Amorim foi responsável pela abertura do placar, aos 19 minutos do primeiro tempo, devido a uma falha do goleiro Júlio Cesar.
O Corinthians manteve maior tempo na posse de bola, mas sem conseguir entrar na zaga.
Aos 37 do segundo tempo, Ronaldo fez o coração dos corinthianos bater mais forte com um lance arriscado de fora da área. A bola acertou a trave e correu próxima à linha de gol, saindo pelo outro lado.
Antes do fim do jogo, Dentinho aidna perdeu outra chance de transformar a situação do Timão.
CHORO E ADEUS --Além da decepção pela perda do título do Brasileirão, o torcedor corintiano recebeu mais uma notícia ruim neste domingo. Após o empate por 1 a 1 diante do Goiás, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, pela última rodada do campeonato, Elias revelou que está deixando o clube: vai jogar no Atlético de Madrid, da Espanha.
 "Infelizmente estou indo embora. Está tudo apalavrado com o Atlético de Madrid", afirmou Elias, chorando muito, ainda no gramado do Estádio Serra Dourada, onde foi aclamado pelos torcedores - mesmo em Goiânia, a maioria era de corintianos.
 Elias deixa o Corinthians após três anos, período em que virou ídolo da torcida e chegou à seleção brasileira. Nesse período, ele vestiu a camisa corintiana na conquista dos títulos da Série B de 2008, do Paulistão de 2009 e da Copa do Brasil de 2009.
 Além de Elias, o Corinthians já sabe que irá perder o zagueiro e o capitão William, que decidiu encerrar a carreira aos 34 anos. E o volante Jucilei também pode ir embora - ele tem várias propostas do futebol europeu.


Cruzeiro vence Palmeiras e fica com o vice-campeonato


O Cruzeiro venceu um jogo dramático contra o Palmeiras neste domingo, de virada, por 2 a 1, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. E com o resultado em Sete Lagoas e o empate do Corinthians diante do Goiás, o time mineiro ficou com o vice-campeonato.
O gol da vitória deste domingo foi marcado por Wallyson apenas aos 46 minutos do segundo tempo. Antes, Rivaldo havia aberto o placar para o Palmeiras e, pouco depois, Henrique empatado para o Cruzeiro.
Com os resultados deste domingo, o Cruzeiro chegou aos 69 pontos e terminou com um na frente do Corinthians, assegurando o vice-campeonato. O título ficou com o Fluminense, que finalizou com 71. O Palmeiras, por sua vez, encerrou o Brasileirão na décima colocação.
Precisando da vitória, o Cruzeiro partiu para cima desde o início. Roger organizava o meio-de-campo e armava as principais jogadas da equipe. A primeira boa chance veio logo aos 13 minutos, quando Henrique recebeu bom passe na entrada da área, girou e bateu. Bruno fez boa defesa.
O Palmeiras, com um time composto por reservas e jovens revelações, assustava pouco e corria muito. As melhores jogadas saíam pela direita, com Vinícius e Patrik. O primeiro grande susto veio com Dinei, que fez boa tabela pela direita e chutou perto do gol de Fábio.
No último minuto do primeiro tempo, o Cruzeiro teve sua maior chance na partida até então. Novamente Henrique apareceu na área livre e cabeceou com firmeza, exigindo grande defesa de Bruno.
O Cruzeiro voltou após o intervalo com Gilberto no lugar de Rômulo. Aos 4 minutos, Montillo cobrou falta no ângulo e Bruno fez outra grande defesa. Apesar da pressão, foi o Palmeiras quem abriu o placar aos oito minutos, quando o meia Patrik fez boa jogada e cruzou para Rivaldo completar de cabeça.
A pressão do Cruzeiro aumentou ainda mais na sequência. E o empate veio aos 18 minutos, depois de Henrique receber passe na esquerda de Diego Renan e chutar forte. Desta vez, Bruno não teve o que fazer, para a alegria do torcedor cruzeirense.
O Palmeiras procurou se segurar como podia nos minutos finais, mas nada pôde fazer aos 46 minutos, quando Wallyson acertou chute forte e acertou a trave. Antes de entrar, a bola ainda resvalou nas costas de Bruno, em gol chorado que garantiu o vice-campeonato.
FICHA TÉCNICA
Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras
Cruzeiro - Fábio; Rômulo (Gilberto), Gil, Léo e Diego Renan; Henrique, Marquinhos Paraná, Roger (Farias) e Montillo; Thiago Ribeiro e Wellington Paulista (Wallyson). Técnico: Cuca.
Palmeiras - Bruno; Leandro Amaro, Gualberto e Fabrício; Vítor, Bruno Turco (Luis Felipe), Fernando (Jean), Patrik e Rivaldo; Dinei e Vinícius (Lenny). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Gols - Rivaldo, aos 8, Henrique, aos 17, e Wallyson, aos 46 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos - Patrik, Fabrício, Leandro Amaro, Wallyson e Diego Renan.
Árbitro - Wilton Pereira Sampaio.
Público - 16.191.
Renda - R$ 445.445,00
Local - Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG).  




Vitória fica no empate com o Atletico-GO e é rebaixado

Após o acesso em 2009, o Atletico-GO teve uma bela arrancada no segundo turno e garantiu a permanência na Série A.  OVitória caiu de produção na reta final da competição e não conseguiu se livrar da zona da degola. Agora, resta ao rubro-negro disputar a Segundona de 2011 para buscar o retorno à elite do futebol brasileiro.
O Vitória demontrou nervosismo durante todo o jogo na tentativa de abrir o placar. As inúmeras tentativas da equipe de Antônio Lopes deixou espaços na defesa e o time adversário soube explorar as jogadas de contra-ataque para levar perigo ao gol de Viáfara.
O atacante Marcão, que deu trabalho ao sistema defensivo do Leão, quase marcou para o Atlético-GO. Aos dez minutos, o jogador ganhou jogada com Egídio no meio de campo e arriscou chute de fora da área. A bola passou perto do travessão de Viáfara, mas foi para fora. 
O Leão ainda teve duas chances na primeira etapa. Aos 22, o atacante Adailton recebeu passe de Nino Paraiba na área e finalizou de bico, mas mandou para fora. Aos 35, o zagueiro Anderson Martins aproveitou cobrança de falta de Fernando e desviou de cabeça para o gol. A bola raspou a trave esquerda de Márcio, mas não entrou.

 


CORREGEDORIA APURA FUGA DE POLEGAR DA FAVELA DO ALEMÃO

A corregedoria da Polícia Civil investiga a denúncia de que o traficante Alexandre Mendes da Silva, o Polegar, fugiu do cerco ao Complexo do Alemão escondido em um Gol descaracterizado da polícia. 
Ele teria fugido em direção à Região dos Lagos. As denúncias anônimas foram encaminhadas ao Ministério Público Estadual e à corregedoria da Polícia Civil.
Segundo o informante, Polegar estaria acompanhado de outro criminoso, identificado como Ninho. Eles teriam sido colocados no porta-malas de um Gol preto, dirigido por dois policiais, na manhã de sexta-feira, dia 26. Na véspera, havia ocorrido a fuga em massa de traficantes da Vila Cruzeiro em direção ao Alemão.
A corregedoria do MP confirmou que a placa do veículo, citada na denúncia, é de um carro descaracterizado da 126.ª Delegacia de Polícia (Cabo Frio). Polegar era chefe do tráfico no Morro da Mangueira, na zona norte, mas deixou a favela por desavenças internas na quadrilha. Ele havia se mudado para o Complexo do Alemão, onde viva numa casa de três andares.
No sábado, dia 27, a Polícia Ci vil prendeu a mulher dele, Viviane Sampaio, de 32 anos, acusada de lavagem de dinheiro e associação para o tráfico Viviane morava com os dois filhos do casal em um condomínio de luxo, na Barra da Tijuca. 
Reunião.
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, reuniria-se na tarde de ontem com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e com o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame. 
O encontro, no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, seria para traçar estratégias para a nova fase de operações conjuntas de segurança no Estado. Segundo o governo do Estado, a ocupação deve durar meses, até que seja implantada uma Unidade de Polícia Pacificadora no local.

                            fonte: AE / postado por Daniel Pereira

BRASIL PRECISA DE US$ 20 BI POR ANO CONTRA AQUECIMENTO GLOBAL

O Brasil precisará investir US$ 400 bilhões (R$ 674 bilhões) entre 2010 e 2030, cerca de US$ 20 bilhões ao ano, em setores como transportes, geração de energia, além de melhorar o uso da terra e seu manejo de resíduos, para que seja classificado como um país com economia sólida a partir da redução de emissões de carbono.
A conclusão é de um levantamento elaborado pelo Banco Mundial por meio do 'Programa de Estudos de Baixo Carbono para países', que mostra às nações as melhores formas para um desenvolvimento sustentável, evitando altos índices de emissões de gases de efeito estufa e, consequentemente, diminuindo os impactos do aquecimento global.
De acordo com o documento, a mitigação (redução) da mudança climática por meio do desenvolvimento no país teria que ser trabalhada em quatro setores distintos --melhorar o uso da terra no país e conter o desmatamento de biomas como a Amazônia e o Cerrado, identificar as melhores formas de eficiência energética, investir maciçamente em modais de transportes que sejam limpos e analisar a expansão e forma de manejo de resíduos.
Desta forma, seria possível retirar da atmosfera 213 milhões de toneladas de dióxido de carbono. 
Ações.
Segundo o estudo, aproximadamente 40% das emissões brutas de carbono do Brasil vêm do desmatamento. O número somado às contribuições da produção agrícola e da pecuária sobe para 75%.
"De longe, evitar o desmatamento é a opção que oferece a maior oportunidade para a redução de emissões de gases de efeito estufa no Brasil", afirmou Christophe de Gouvello, coordenador do relatório.
Tanto é a preocupação do país com o desmatamento que a redução de cortes e queimadas na Amazônia e Cerrado é prioridade para que o governo cumpra até 2020 a redução de 36% a 39% das emissões nacionais. 
A meta, anunciada na COP-15, em 2009, exige a redução de 80% na devastação da Floresta Amazônica, além de queda de 40% na exploração do Cerrado. 
Energia.
No setor energético, cujas emissões ainda são baixas no país devido à matriz nacional ser considerada limpa (80% da energia elétrica no país hoje é gerada por hidrelétricas), se nada for feito para implementar novas formas de energia renovável, como eólica e solar, o setor responderá por um quarto dos gases lançados na atmosfera em 2030.
"A di versificação da matriz depende somente do governo. Quanto mais aproveitarmos disso, mais empregos serão gerados para desenvolvimento tecnológico pois as formas de energia renováveis estão sendo barateadas. Hoje, o megawatt/hora em uma hidrelétrica custa de R$ 100 a R$ 120. Já em uma usina eólica (força dos ventos), o valor varia entre R$ 130 a R$ 140", disse Ricardo Baitelo, coordenador do setor de energia do Greenpeace Brasil. 
Transportes.
De acordo com o estudo, o setor de transportes deverá receber políticas para os meios de locomoção de massa nas grandes cidades, de preferência havendo uma transferência do modal carro para trens ou ônibus com combustíveis renováveis, como etanol. Isto significaria reduzir o aumento de emissões geradas pelo setor de quase 65% para menos de 17% em 2030.
Já na área de manejo de resíduos são recomendados mais investimentos e incentivos para a implantação de aterros conforme previsto na legislação ambiental, além de serviços de coleta e processamento, que fariam cair em 80% as reduções daqui 20 anos.
Segundo o embaixador Sérgio Serra, membro da delegação do Brasil na COP-16, que segue até o fim desta semana em Cancún, no México, é possível o país investir desta forma com recursos provenientes da exploração do pré-sal.


                           fonte: vale / postado por Daniel Pereira

TEMPO & TEMPERATURA

Previsão do tempo para Valença - BA

Segunda-Feira, 06/12 nascer e pôr-do-sol: Nascer do Sol 05h01 Pôr do Sol 17h54
icone manhã
icone tarde
icone noite
29ºC
22ºC
Quantidade e Probabilidade de Chuva
0mm 0%
Direção e Velocidade do Vento
E 11km/h
Umidade relativa máxima e mínima
88% 66%
Sol com algumas nuvens. Não chove
 
Tábua de Maré

Alta    04h09
Baixa  10h04
Alta    16h13
Baixa  22h26
                        fonte: climatempo / postado por Daniel Pereira
 
 

domingo, 5 de dezembro de 2010



Hoje é Domingo é dia de ver as maravilhas mostradas por Gigi Guzo, agradecemos muito aGigi Guzo, esta com a gente  todo domingo e nós
a atenção de Gigi e a liberação da matéria pela Rede TV.

AS POLTRONAS COMO DESTAQUE
As poltronas sempre ocupam um destaque em qualquer decoração.
Muitas vezes compramos uma poltrona porque amamos, e mal sabemos o sofá que vamos ter.
Nesta matéria mostrarei algumas poltronas, que deixo a critério de vocês avaliarem...
Algumas eu adorei, outras pensei: Meu Deus! O que meus leitores vão pensar?
Super diferentes, a ponto de deixar o gosto meio duvidoso.
Continuando na China, o contraste do moderno , a tradicional Chinesa que não poderia faltar: de madeira fininha, delicada, um poltrona tão lindinha que se pudesse colocaria na mala.
Vamos sentar e apreciar.


























Em minhas viagens, sempre tenho meus momentos engraçados, seja com situações, ou até comigo mesmo. Este foi um dos casos:
Entrando em uma loja, vi esta chinesa, com seu chapéu típico lavando a entrada, ela não me viu, quando cheguei perto dela para tirar a foto, de tão encabulada que ficou, deixou cair a mangueira, molhando meu tênis, meia, etc... a situação foi tão engraçada, que não paramos de sorrir. Aqui na China, pessoas como eu, loira, alta é muito difícil de se ver, e quando veem, ficam olhando muito.... meus momentos de estrela!!!








Estamos chegando ao fim de mais uma viagem a China.
Quantas viram, não sei, só sei que estou adorando este país cheio de contrastes, curiosidades.
Este é um dos lugares, que toda a pessoa precisa conhecer um dia.
Mas, lembre-se: venha com seu espírito livre, aberto de qualquer preconceito.
Deixe suas frescuras, manias, gostos em casa.
Eu te garanto que vale a pena, você vai se divertir muito, mesmo ficando com os pés encharcados como eu o resto do dia.

GIGI from China

MUSEU EM ADU DHABI E NO CATAR BUSCAM RENOVAR IDENTIDADE ÁRABE

É um experimento audacioso: dois pequenos países do Oriente Médio, ricos em petróleo, estão usando arquitetura e arte para reformular suas identidades nacionais da noite para o dia e, no processo, resgatar a imagem maculada dos árabes no exterior, enquanto mostram o caminho para uma sociedade moderna dentro das fronteiras do Islã.
Aqui, em uma ilha deserta nos arredores de Abu Dhabi, trabalhadores cavaram os alicerces de três museus colossais: uma filial do Guggenheim, projetada por Frank Gehry, no valor de US$ 800 milhões e 12 vezes o tamanho de sua matriz em Nova York; uma filial do Louvre, projetada por Jean Nouvel, no valor de US$ 500 milhões, e uma vitrine da história nacional, criada por Foster & Partners, cujo projeto foi revelado na quinta-feira e mostra planos para outro museu, de história marítima, que seria projetado por Tadao Ando.
Cerca de 200 quilômetros daqui, do outro lado do Golfo Pérsico, Doha, a capital do Catar, vem mapeando a sua própria visão extravagante de cultura. Um Museu de Arte Islâmica, um templo branco concebido por I. M. Pei foi inaugurado em 2008 e deslumbrou os especialistas do circuito de museus internacionais. Em dezembro, o governo vai abrir um museu de arte moderna árabe com uma coleção que se estende de meados do século 19 até o presente. Um museu da história do Catar, também projetado por Nouvel, teve suas obras iniciadas e o projeto de um museu de arte orientalista criado pela empresa suíça Herzog & de Meuron deve ir a público no próximo ano.
Para um crítico que viaja pela região, a velocidade com que os museus estão sendo construídos em Abu Dhabi – e as marcas internacionais ligadas a alguns deles – representam uma versão cultural do espetáculo imobiliário que aperfeiçoou o seu famoso colega emirado, Dubai. Em contrapartida, a visão de Doha parece mais uma tentativa calculada de encontrar um equilíbrio entre a modernização e o islamismo.
Mas em ambos os casos, os líderes também veem o aceleramento de suas construções como parte dos esforços para reequipar suas sociedades para um mundo pós-11/9 e pós-petróleo. Seu objetivo não é apenas construir uma imagem mais positiva do Oriente Médio no momento em que o sentimento anti-islâmico continua a ganhar espaço em toda a Europa e nos Estados Unidos, mas também criar uma espécie de Rota da Seda, na qual seus países sejam poderosos elos culturais e econômicos entre o Ocidente e as potências emergentes, como Índia e China.
Eles estão apostando que podem fazer isso sem alienar partes significativas do mundo árabe, que podem ver nestas empresas o mesmo tipo de cosmopolitismo pró-ocidental que floresceu em lugares como Cairo e Teerã há não muito tempo, e que ajudou a alimentar o aumento do fundamentalismo militante.
Nova narrativa
Pouco mais de meio século atrás, Abu Dhabi era um povoado beduíno sem tradições literárias ou científicas e sem história urbana. Seus poucos milhares de habitantes, na sua maioria pobres e analfabetos, sobreviviam em grande parte dos animais de pastoreio, da pesca e do mergulho em busca de pérolas.
Depois que a produção do petróleo teve início em Abu Dhabi em 1960, o xeque Bin Zayed Sultan Al-Nahyan, que fundou o país unindo vários emirados sob a liderança do emirado no início de 1970, fez acordos com empresas petrolíferas ocidentais que financiaram as primeiros estradas pavimentadas, hospitais e escolas da área. Os Emirados se tornaram uma espécie de Suíça do Oriente Médio, um refúgio de calma e prosperidade cercado por grandes vizinhos agressivos, Irã e Iraque ao norte e Arábia Saudita ao oeste.
Em 2005 o filho e herdeiro do xeque Zayed, o xeque Khalifa Bin Zayed Al-Nahyan, aproximou-se de Thomas Krens, então diretor da Fundação Solomon R. Guggenheim, em Nova York, com a ideia de criar uma nova filial do Museu Guggenheim – um versão Oriental do que Krens e Gehry realizaram uma década antes, em Bilbau, Espanha. Mas as ambições do xeque nunca foram pequenas: em alguns anos o local proposto para o projeto, a ilha Saadiyat, uma zona de desenvolvimento de 10 quilômetros quadrados ao norte do centro urbano de Abu Dhabi, passou a ser planejada como uma cidade em miniatura construída em torno da cultura e do lazer, com alguns dos nomes mais conhecidos do mundo criativo.
O acordo de Abu Dhabi com o Louvre foi assinado em 2007 e um outro acordo, com o Museu Britânico para criar exposições para o Museu Nacional de Zayed Foster & Partners, foi assinado dois anos depois. O museu marítimo de Ando e um centro de artes performáticas de Zaha Hadid ainda estão sendo planejados. Esses megaprojetos culturais serão acompanhados por um campus da Universidade de Nova York na margem sul da ilha Saadiyat e, em local a ser determinado, a construção de empresas de mídia e estúdios de cinema que buscam parcialmente fornecer treinamento e oportunidades para jovens da região.
O xeque Khalifa e seu governo querem que tudo isso instaure orgulho nacional em uma nova geração, proporcionando aos cidadãos as ferramentas, tanto intelectuais quanto psicológicas, para viver em uma sociedade global. A ideia, várias pessoas me disseram em uma visita recente, é contar uma história nova, que rompe com uma longa história de declínio regional, incluindo as recentes convulsões causadas pelo fundamentalismo, e restabelecer uma aparência de paridade cultural com o Ocidente.
De todos os projetos, o posto avançado do Louvre parece se adequar mais naturalmente às aspirações globalistas de Abu Dhabi. Além de um orçamento generoso de construção, o governo está pagando à França US$ 1,3 bilhão, principalmente para estabelecer um contrato de empréstimo de obras que garanta a exposição de artigos do Louvre, bem como de vários outros museus. O alcance e a profundidade dessas coleções permitirá que o Louvre de Abu Dhabi, que está sendo criado como um "museu universal", mostre as realizações culturais de civilizações de todos os cantos do mundo.
O projeto de Nouvel para este museu – um labirinto de galerias e canais todo coberto por uma imensa cúpula de aço inoxidável – é uma evocação maravilhosamente romântica de um Oriente Médio à vontade com a tecnologia. A luz solar irá penetrar sua pele perfurada, criando centenas de feixes que lembram o interior de grandes mesquitas, ou mesmo a filtragem da luz através das copas das árvores em um oásis. Sob a cúpula, as galerias e seu ambiente repleto de canais fazem referência à Veneza – um emblema, disse Nouvel, das férteis correntes culturais que existiam entre o Oriente e o Ocidente.
Globalismo ou colonialismo?
Mas, enquanto o Louvre será capaz de usar milhares de anos de influências culturais, o Guggenheim de Abu Dhabi, que se concentrará no período entre 1965 até o presente, um período culturalmente dominado pelo Ocidente, revela os problemas que surgem quando a mensagem política que está tentando passar entra em choque com a realidade histórica.
Krens imaginou um "museu global" que, todavia, parece reconhecer o primado da arte contemporânea ocidental. O museu - visto de fora, um amontoado caótico de cones e blocos translúcidos - foi organizado em torno de um conjunto de galerias no primeiro andar que representam movimentos fundamentais na arte da Europa e Estados Unidos. As coleções islâmicas seriam alojados dois andares acima, enquanto galerias no estilo galpão, que irradiam do núcleo, seriam dedicadas cada uma a uma região diferente - Extremo Oriente, Índia, África. O plano inclinado ao ocidental não funcionou para os clientes, ou para Richard Armstrong, que substituiu Krens como o diretor da Fundação Guggenheim em 2008.
Nove meses atrás Armstrong começou a desenvolver um plano alternativo, no qual artistas de todo o mundo seriam agrupados em galerias temáticas: arte abstrata, pop arte, arte performática e assim por diante. Mesmo neste esquema, no entanto, Armstrong admite que as galerias vão acabar sendo organizada em torno de grandes peças de ancoragem, que em grande parte foram feitas por grandes artistas ocidentais, como Andy Warhol, Robert Rauschenberg e Anselm Kiefer.
O Guggenheim de Abu Dhabi tem uma equipe de três curadores trabalhando em Nova York para criar uma coleção com um orçamento de até US$ 600 milhões, mais de 200 vezes o orçamento anual de aquisições do Guggenheim em Manhattan. Mas elas precisam ser feitas antes da abertura do museu em apenas três anos – um período de tempo que muitas pessoas no mundo museu acreditam ser absurdamente curto.
Problemas semelhantes surgiram com o plano para o Museu Nacional de Zayed, a instituição que fala mais diretamente à identidade do país. O museu foi concebido para explorar os registros históricos relativamente escassos dos Emirados Árabes Unidos através da vida do xeque Zayed, um homem conhecido por sua humildade, que morreu em 2004. Mas, depois que Norman Foster apresentou a sua proposta inicial para o projeto, em 2007, ele foi informado que a liderança queria algo grandioso, apesar de ainda não ter ideia clara do que exatamente ser[a exposto.
Foster retomou o processo de criação e uma equipe de curadores do Museu Britânico passou a elaborar um programa de exposições. O novo design possui cinco torres eólicas no formato de penas - a mais alta delas tem 90 metros - em uma tentativa de evocar a falcoaria, um dos passatempos favoritos da realeza árabe.
O fato das coleções tanto do Guggenheim quanto do Museu Nacional serem planejadas no Ocidente gera uma questão maior: enquanto o dinheiro de todos estes desenvolvimentos vem do petróleo dos emirados, os projetos estão sendo moldados quase que exclusivamente por estrangeiros.
Tradição árabe
Doha, como Abu Dhabi, foi transformada de um vilarejo pequeno em uma cidade de cerca de 1 milhão de habitantes nos últimos 50 anos. Mas ambos os museus sendo construído em Doha e a arte e os artefatos a que se dedicam - coleções particulares acumuladas ao longo de décadas por membros da família governante - refletem uma abordagem mais paciente para a construção gradual da cultura do que a de Abu Dhabi, e que olha menos para o Ocidente. Se as identidades culturais que ambas as cidades estão tentando criar, são de certa maneira fictícias, Doha é feita em grande parte sobre a tradição cosmopolita da região - ou seja, locais como Damasco, Cairo e Istambul.
As três grandes coleções nacionais do Catar foram montadas pelos primos do emir, xeque Hassan Al-Thani e xeque Saud Al-Thani, que começaram a colecionar em 1980, quando a arte ainda era vista como algo duvidoso, e até mesmo afeminado, entre as elites do país.
Na década de 90 um novo emir, o xeque Hamad Bin Khalifa Al-Thani, começou a liberalizar muitas instituições e abrir a porta com cautela para o mundo exterior. Em 1995, ele anunciou planos para a Cidade da Educação - um vasto campus cujos programas são agora geridos por universidades americanas como a Texas A & M e a Georgetown, mas com acordos para garantir que uma grande parte dos seus alunos sejam cidadãos do Catar. Um ano mais tarde ele fundou a rede de notícias Al-Jazeera.
Os projetos do museu também fizeram parte desse esforço de liberalização. Depois que o xeque Saud concordou em doar a sua coleção de arte islâmica para o Estado, o xeque Hamad contratou Pei para projetar um edifício para ela. Quando o Museu de Arte Islâmica foi aberto, ele foi comemorado como uma bem sucedida interpretação moderna de sucesso dos precedentes islâmicos. Suas formas monumentais expressam o ideal de Pei de um mundo em que a modernidade e a tradição existem em perfeito equilíbrio.
Tesouros
Mas apesar de impressionante, a arquitetura de Pei é o subtexto óbvio da coleção, cujos tesouros vão de cerâmicas do Iraque a cortinas de seda espanholas e joias indianas. Se estas peças foram montadas para explorar a riqueza da arte islâmica – e do alcance histórico do Islã – a sua apresentação também foi uma forma de enfatizar a corrente cultural mista que as produziu.
As coleções nacionais mais recentes, parte das quais serão apresentadas ao público durante os próximos meses, devem levar essa ideia a um território mais provocante. A coleção de Orientalismo, em especial, parece ser um foco improvável para um museu no mundo árabe. A coleção, exibida em uma casa da cidade até a sua nova sede estar concluída, gira em torno de representações da vida dos árabes por artistas franceses e ingleses do século 19.
Para um ocidental, as pinturas do século 19 podem ser especialmente desconfortáveis - elas apresentam o que agora parecem ser clichês da vida dos árabes, que refletem nossos próprios preconceitos. Mas para muitos árabes elas são também registros históricos vivamente detalhados de um período que não foi documentado de outra maneira. A pintura realista não existia então no mundo árabe e a fotografia não era comum até o final do século 19. Como o xeque Hassan viu quando estava montando a coleção, estes são os únicos registros de uma vida que desapareceu rapidamente da memória.
Ainda assim, por colocar holofotes sobre os cantos mais escuros da história árabe, bem como sobre suas glórias antigas, o museu sugere um entendimento – raro em qualquer lugar – de que os fundamentos de qualquer cultura saudável devem ser construídos sobre uma avaliação firme do passado. Em vez de passar um pano sobre a história, o governo pretende colocá-la para análise do público.
Um impulso semelhante está moldando o Mathaf: Museu Árabe de Arte Moderna, que será aberto em uma casa temporária no fim de dezembro. Quando visitei pela primeira vez a coleção, que ainda estava em depósito, senti o peso da influência cultural do Ocidente nas frequentes referências derivadas de artistas como Picasso. Mas muitas obras também foram inspiradas nas manifestações de luta do artista para chegar a um acordo com a influência sem perder o contato com sua própria identidade.
Reunir os fragmentos da história do século 20 e criar uma relação entre eles e o Catar de hoje será uma das missões do museu, disse Wassan Al-Khudhairi, diretora da instituição nascida no Iraque, equanto mostrava as salas. 
                  reportagem: Nicolai Ouroussoff / postado por Daniel Pereira